Os preços do café seguem com fortes e constantes oscilações, e caminhavam em lados opostos nas bolsas internacionais na manhã desta quarta-feira (25).
Segundo informações da Safras & Mercado, o mercado segue atento às informações sobre o clima para as regiões produtoras do Brasil e às estimativas privadas e do governo para a safra brasileira 2026. "Cresce o otimismo quanto a uma grande safra, com melhores condições climáticas, com chuvas mais frequentes no cinturão cafeeiro do país. Recentes aumentos nos estoques certificados da bolsa de NY também trouxeram ao mercado um sentimento de alívio em relação ao aperto na oferta. O mercado segue extremamente volátil, no entanto, e sujeito a correções de acordo com as notícias fundamentais e também às oscilações do dólar", completa ainda a consultoria.
O Climatempo informou que Minas Gerais, a maior região produtora de arábica do Brasil, recebeu 62,8 mm de chuva na semana encerrada em 13 de fevereiro, o que representa 138% da média histórica.
Perto das 9h40 (horário de Brasília), o arábica trabalhava com alta de 710 pontos no valor de 288,25 cents/lbp no vencimento de março/26, uma baixa de 130 pontos negociado por 284.20 cents/lbp no de maio/26, e uma queda de 105 pontos no valor de 279,25 cents/lbp no de julho/26.
O robusta registrava alta de US$ 17 no valor de US$ 3,680/tonelada no contrato de março/26, um ganho de US$ 9 no valor de US$ 3,649/tonelada no de maio/26, e um aumento de US$ 11 cotado por US$ 3,581/tonelada no de julho/26.
